Propomos uma análise diplomática de três documentos ligados à fotografia e inseridos em um contexto jornalístico:
Documento: Autorização de uso de imagem.
Espécie: Autorização.
Data Tópica: Brasília-DF
Data: 28 de dezembro de 2009
Código de Classificação: 062.32
Características intrínsecas
Gênero: Textual
Suporte: Papel Material físico
Formato: Sulfite A4
Forma: Original
Signos Especiais: Assinatura
Características Funcionais
Entidade produtora:Correio Braziliense/Gerência de Comunicação
Entidade receptora: Correio Braziliense/Centro de Documentação - Cedoc
Legislação: LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. (Lei de Direitos Autorais). Art. 49
Função: Resguardo da Instituição quanto ao uso da imagem
Descrição: Cessão de direito de uso de imagem concedida pela pessoa inclusa na fotografia especificada
Trâmite: Gerência de Comunicação → pessoa física inclusa na fotografia em questão → Centro de Documentação - Cedoc
Falhas de trâmite Erro quanto na especificação da imagem em questão, atraso na entrega do termo da Gerência de Comunicação para o Cedoc (assim, o Cedoc não pode liberar a fotografia)
Duração do trâmite: aproximadamente dois dias
Ordenação da série: Cronológica
Vigência administrativa: dez anos
Destinação final: eliminação em 100 anos
Setor responsável: Cedoc
Acesso: Restrito
Documento: Termo de Compromisso
Espécie: Termo de Compromisso
Data tópica: Brasília-DF
Data cronológica: 07 de abril de 2010
Código de classificação: 062.33
Características intrínsecas
Gênero: Textual
Suporte: Papel Material físico
Formato: Sulfite A4
Forma: Original
Signos especiais: Assinatura
Características funcionais
Entidade produtora: Correio Braziliense/Centro de Documentação - Cedoc
Entidade receptora: Correio Braziliense/Centro de Documentação - Cedoc
Legislação: LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. (Lei de Direitos Autorais). Art. 49
Função: Resguardo da Instituição quanto ao uso da imagem apenas para fins institucionais.
Descrição: Compromisso de um setor da empresa com o responsável da gerência do material fotográfico para que o primeiro utilize a fotografia para fins excepcionalmente institucionais.
Trâmite: Centro de Documentação - Cedoc → Gerência de Comunicação → Centro de Documentação - Cedoc
Incidências: Erro quanto na especificação da imagem em questão
Duração do trâmite: aproximadamente um dia
Ordenação da série: Cronológica
Vigência administrativa: um ano
Destinação final: eliminação em 100 anos
Setor responsável: Cedoc
Acesso: Restrito
Documento: Jornal Correio Braziliense
Espécie: Jornal
Data tópica: Brasília-DF
Data cronológica: 9 de agosto de 2010
Código de classificação: não se aplica (atividade-fim)
Características intrínsecas
Gênero: Textual
Suporte: Papel Material físico
Formato: jornal standart
Forma: Original
Signos especiais: fotografia
Características funcionais
Entidade produtora: Correio Braziliense/Redação
Entidade receptora: Correio Braziliense/Centro de Documentação - Cedoc
Legislação: Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998. (Lei de Direitos Autorais). Art. 49
Função: Prova de que os direitos autorais foram devidamente publicados no produto final da empresa.
Descrição: Compromisso do Correio Braziliense quanto ao reconhecimento dos direitos autorais de uma fotografia em seu produto final.
Trâmite: Redação → Centro de Documentação - Cedoc
Incidências: Erro na publicação do “crédito”
Duração do trâmite: aproximadamente um dia
Ordenação da série: Não se aplica (material digital)
Vigência administrativa: um ano
Destinação final: permanente
Setor responsável: Cedoc
Acesso: Irrestrito
O nosso blog agora é um dos blogs da vez. Queremos saber a opinião de vocês, para encaixarmos as pecinhas e fazermos um blog melhor e mais agradável.
Os quesitos são os de sempre, mas não custa ajudar a lembrar:
Analisá-lo quanto a qualidade do conteúdo, clareza dos assuntos tratados pela equipe, quantidade de postagens, atratividade em relação ao tema escolhido e interface do blog.
Contamos com a participação de todos! Sintam-se a vontade para sugerir, criticar, elogiar, espernear, xingar... talvez não tão a vontade assim, brincadeirinha, o espaço é de vocês.
Joseph Niépce, que era um químico, deve ter "inventado" a fotografia levado pelo seu espírito científico. Mais tarde este processo foi aperfeiçoado pelo seu contemporâneo Daguerre, um pintor que viu ali um meio artístico promissor. Foi ele quem teve o arrojo de realizar a primeira fotografia de nus, um género que era então comum na pintura.
Embora seja um caso isolado, a primeira fotografia a cores é mais antiga do que se pensa. O seu autor foi James Clerk Maxwell. Ainda hoje não se sabe ao certo qual foi o processo químico que utilizou para reproduzir as cores.
A primeira fotografia do espaço foi realizada em 1946 por uma câmara a bordo de um míssil V-2. Ao ascender a uma altitude superior a 100 km, o engenho permitiu fotografar distintamente a superfície curva da Terra recortada no fundo negro do céu e, embora a câmara tivesse ficado desfeita com a queda no solo, o filme contido no seu interior sobreviveu para nos revelar pela primeira vez estas fascinantes imagens.
A Terra vista do Espaço (1946)
E o interesse por este género continuou. Alguns anos mais tarde teríamos o privilégio e a emoção de ver pela primeira vez o nosso planeta inteiro e a cores graças a uma câmara montada na nave espacial americana Apollo 8. Estávamos no natal de 1968 e esta fotografia foi o mais belo presente da humanidade nesse ano.
O nascer da Terra (1968)
Publicado originalmente na Obvious Magazine
O nosso voto no quesito melhor Análise Diplomática e Tipológica vai para o blog Perseguição Arquivística. A escolha do texto do Arquivistas de Madrid como base para análise foi adequada. Gostamos da exposição das dificuldades e da tentativa de esclarecimento com relação ao método de imaginar a rotina da empresa para tentar chegar a resposta correta.
Então.
O que a foto acima tem a ver com o MCEbyte?
A foto apresentada está escrita com uma letra que não nos permite ver a assinatura.
O nome na dedicatória, entretanto, é claro: Calimério Soares.
E lá fomos nós atrás do de quem era o Calimério.
Era compositor. Era não, é. Está vivinho e ainda tem email! Nosso amigo Calimério foi aluno de um outro regente importante chamado Mozart Camargo Guarnieri. Uma versão tupiniquim do Amadeus. Ok, na página do Calimério tem a tal foto. Quem assina a foto é o Guarnieri.
O que isso tem a ver com o kit MCEbyte?
O kit foi nomeado em homenagem a Mauritius C. Esher. Isso é evidente no endereço da "empresa" (ou nos blogs dos semestres anteriores...).
Agora vamos ligar os pontos.
A intérprete Brasileira Laís de Souza postou no youtube uma série de ponteios do compositor e, tchan, tchan! Todas as imagens de fundo são figuras do Escher.
WTF!?
Agora fica a pergunta: o que, no estilo do Mozart Tupiniquim remete às gravuras do Escher.
Ligue as caixas e aumente o volume (ou procure no google).
A sonoridade do TupiniMozart cicla com escalas que começam e terminam no mesmo local.
Podemos estar errados, mas a pesquisa foi boa!
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Ecione Rodrigues cikinharodrigues@yahoo.com.br Sérgio Coletto sergiocoletto@gmail.com
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